Chibatão amplia atuação em Itacoatiara e mantém força em Manaus
Estrutura provisória instalada no interior amplia a atuação do Grupo durante a estiagem sem reduzir a capacidade operacional do complexo portuário na capital
O Grupo Chibatão ampliou sua atuação logística durante a estiagem sem reduzir a capacidade de seu principal complexo portuário. Mesmo com o píer provisório em plena operação em Itacoatiara, o Porto Chibatão segue 100% operacional em Manaus, mantendo normalmente o atendimento aos navios, a movimentação de contêineres e os serviços destinados à indústria, ao comércio e aos demais clientes.
A estrutura levada para Itacoatiara funciona como uma operação adicional e estratégica para enfrentar as limitações de navegação provocadas pela vazante. O píer provisório conta com guindastes operacionais e permite realizar o alívio de carga dos grandes navios, que podem seguir mais leves até Manaus.
Enquanto isso, a estrutura do Porto Chibatão na capital permanece com toda a sua capacidade disponível. O complexo possui mais de 1.000 metros de píer flutuante e capacidade para receber até oito embarcações simultaneamente, além de guindastes, RTGs, pátios, sistemas de controle e uma ampla estrutura voltada à movimentação de cargas.
Para o diretor executivo do Grupo Chibatão, Jhony Fidelis, conseguir manter as duas frentes funcionando ao mesmo tempo demonstra a dimensão alcançada pela estrutura do Grupo e a capacidade de adaptação da empresa à realidade amazônica.
“O píer provisório em Itacoatiara não retira capacidade da nossa operação em Manaus. Pelo contrário, ele amplia nossa capacidade de resposta durante a estiagem. Hoje temos uma estrutura atuando em Itacoatiara e, ao mesmo tempo, o Porto Chibatão segue 100% operacional em Manaus, com capacidade para receber navios e atender normalmente nossos clientes. Isso mostra a força da infraestrutura que construímos e o quanto estamos preparados para os desafios da logística amazônica”, destaca Jhony.
A primeira operação em Itacoatiara foi realizada com o Fernão de Magalhães, da Aliança Navegação e Logística. O navio chegou com 1.111 contêineres e teve 290 unidades destinadas ao transbordo para três balsas, permitindo que a embarcação continuasse a viagem com menor calado em direção a Manaus.
Na prática, o Grupo Chibatão passa a atuar simultaneamente em dois pontos estratégicos da logística amazonense. Em Itacoatiara, oferece uma alternativa para manter o fluxo das grandes embarcações durante a vazante. Em Manaus, mantém toda a estrutura portuária disponível para receber navios e dar continuidade à movimentação das cargas.
É uma capacidade construída ao longo de décadas de investimentos e de conhecimento sobre a realidade dos rios da Amazônia. Uma estrutura que permite ao Grupo responder à estiagem sem diminuir o ritmo de sua operação na capital.




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